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    Fibrilação atrial

    Fibrilação atrial em Porto Alegre.

    Avaliação da fibrilação atrial com foco em sintomas, prevenção de AVC, controle do ritmo e decisão individualizada sobre ablação ou tratamento clínico.

    Por que o risco de AVC entra na conversa

    Na fibrilação atrial, o sangue pode formar coágulos dentro do coração. A necessidade de anticoagulante é calculada por risco individual e deve considerar idade, pressão alta, diabetes, AVC prévio e outras condições.

    Controle de ritmo ou controle de frequência

    Alguns pacientes precisam tentar manter o ritmo normal; outros ficam melhor com controle da frequência cardíaca e prevenção de AVC. Essa escolha depende de sintomas, tempo de arritmia, tamanho do átrio, função cardíaca e preferências do paciente.

    Quando ablação pode ser considerada

    A ablação pode ser discutida em fibrilação atrial sintomática, recorrente ou com baixa tolerância a medicamentos, especialmente quando há chance razoável de benefício. A decisão precisa explicar limites e possibilidade de recorrência.

    Perguntas frequentes

    Dúvidas comuns antes da consulta.

    Fibrilação atrial sempre dá sintomas?

    Não. Algumas pessoas sentem palpitações, cansaço ou falta de ar; outras descobrem por ECG, Holter ou smartwatch. Mesmo sem sintomas, o risco de AVC precisa ser avaliado.

    Smartwatch basta para diagnosticar?

    Smartwatch pode sugerir irregularidade, mas o diagnóstico médico precisa de registro eletrocardiográfico interpretável, como ECG, Holter ou monitor de eventos.

    Anticoagulante é para sempre?

    Depende do risco individual de AVC. Em muitos casos ele é mantido mesmo após melhora dos sintomas ou ablação, porque a decisão não depende apenas da presença percebida de crises.

    Contato

    Vamos entender seu caso com calma.

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